sábado, 18 de julho de 2009

TOME 2009 - resenha do 1ª dia


Tive o privilegio de assistir a três bandas que tocaram ontem à noite, e devo dizer que duas delas me surpreenderam.

Eu já tinha assistido ao show do Móveis no PMW do ano passado (se não me engano) já tinha provado um pouco dessa energia que eles distribuem do palco, e não esperava menos desse seu retorno a Palmas. No entanto quem me surpreendeu foram as duas bandas locais.

Devo dizer que eu já me dirigi ao show com um certo preconceito com relação à primeira banda que ia tocar, e se não fosse pelo absurdo atraso com que abriram o evento eu nem teria visto eles tocarem. Afinal eles são de Palmas, estudam na UFT, e maquiam o rosto. Mas conseguiram mostrar uma música irreverente, animada e de significado – quase sempre – incompreensível, e como a Xuxa não morreu, eles levaram ao palco um sósia de Michael Jackson (pensei que o André Porcão iria espancá-los por isso, mas nada aconteceu, ao menos não presenciei tal cena.)

Como mencionei, houve um certo atraso. O Tendêncies foi abrir aproximadamente a meia-noite, e logo depois o Engenho Novo fez uma apresentação de aproximadamente uma hora, e como sempre há um intervalo de pelo menos 20 minutos para que a próxima banda ajuste seus instrumentos La Cecília entoou seu Reggae só depois das duas da manhã.

Esse foi o outro grupo que me surpreendeu, já conheço a banda faz uns quatro anos, mas nunca devo ter prestado atenção enquanto eles tocavam, (acho que eu sempre estava chegando, ou saindo, dos shows quando eles tocavam) eles tocaram seu Reggae e até arriscaram uma dose de Ska para aquecer o público antes da chegada do Móveis. Mas eles sabiam não ser a grande atração da noite, e por isso, não enrolaram muito no palco.

Nesta noite do dia 17 havia no Tendêncies, muita gente que costuma ir no Tendêncies, ou em shows do tipo. Só queria citar algumas pessoas que vi no evento: A Daiene Santana do blog Vivo Verde; Stanley Rodrigues, que assim como eu mantém o Espelunka; os facilmente identificáveis do Boddah Diciro; também Bento acompanhado de sua câmera, e de alguns integrantes da banda Mata-Burro e também a Cecília Plagio, do jornal do Estado. Claro que também havia patricinhas, metaleiros e uma garotinha com a camisa do Motorhead.

Móveis Coloniais de Acaju subiu ao palco lá pelas três da manhã, mas o horário pouco importava, porque eles trazem sua energia de casa, e distribuem-na durante o show. Eles tocaram aproximadamente 11 músicas, a maioria de seu último álbum, C_MPL_TE, mas trouxeram também alguns dos carros-chefe do primeiro de Idem, como: Perca Peso, Aluga-se Vende-se e Copacabana.

Acho que a parte mais divertida do show é quando eles tocam Copacabana, por isso essa música nunca pode deixar o repertório. Mas houve um certo equivoco neste momento do show, André, o vocalista, perguntou se este era o mesmo lugar onde tinham tocado da última vez, (e algum infeliz respondeu que era) logo ele achou que haveria espaço para o espetáculo, pois é nessa hora que eles descem do palco, e começam a organizar uma grande roda (nem tão grande devido a limitações de espaço) e ao comando de André Gonzáles começam a correr formando um imenso carrossel.

O que faltou nesse primeiro dia foi apenas espaço, o Tendêncies é um lugar pequeno, não havia espaço para que os Móveis Coloniais de Acaju pudessem fazer o show que estão acostumados, com muita interação e muito tu-birun-ta-ta-thun-birun.

Eles ainda tocam hoje a noite no Vila de Palma, mas enquanto isso eu irei prestigiar a segunda e a terceira atração internacional que vem a Palmas. Omen e Strike Master no segundo dia de TOME.

2 comentários:

  1. Hammmmmmmmmmmm eu adorei o evento ontem, conseguiram me animar hehehe tudo bem que eu queria bater cabeça... mas isto fica para hj =]

    parabéns pela resenha =]

    Bjundas e até mais ^^

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  2. Massa a resenha.. e mais massa ainda o TOME no geral...
    até mais!

    Kodó

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