quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

11 de fevereiro...

“não esquecer de inventar uma boa desculpa caso não tenha lembrado de comprar um presente”

Finalmente encontrei uma utilização para minha agenda. No começo do mês fiz um pequeno lembrete na pagina dedicada a este dia com os seguintes dizeres: “não esquecer de inventar uma boa desculpa caso não tenha lembrado de comprar um presente”. Claro que a frase só faz sentido se vier acompanhada do lembrete de que minha mãe faz aniversario nesse dia.

Então como de costume foi a livraria mais próxima adquirir um possível presente. Cheguei já com algo em vista, tive que filtrar bastante as possibilidades que me vinham a mente para escolher algo que realmente pudesse haver numa livraria daqui de palmas, eu pretendia comprar “O Homem que Matou Getúlio Vargas”, pois o preço seria em conta, eu já conheço o autor, e também assim completaria a coleção de livros do Jô Soares lá em casa.

Fui surpreendido quando soube que um livro, que considero comum, pois até a biblioteca do Espaço Cultural possui, não se encontrava a disposição de compradores casuais como eu. Tive que improvisar minha escolha.

Revirei meus arquivos imaginários procurando pelas listas de mais vendidos dos principais jornais e revistas, tentei achar algo que não fosse muito caro, nem muito extenso, e que não fosse nem de alto-ajuda, ou do Paulo Coelho ( não tenho certeza se são ou não a mesma coisa ).
Acabei comprando “O livreiro de Cabul”, que, como na maioria dos livros que dei a minha mãe, vou acabar lendo primeiro.

O livreiro de Cabul, de Asne Seierstad

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