quarta-feira, 14 de setembro de 2011

10 motivos para assistir a nova temporada de Two and a Half Men


10 - Se você tivesse um show de sucesso, eu assistiria (Ashton Kutcher)

9 - Televisão é uma ótima maneira de evitar interagir com seus pais.

8 - Preciso pagar minha mansão nova (John Cryer)

7 - Se você não assistir, irei gravar "Cara, onde está meu carro 2" (Ashton Kutcher)

6 - A economia está uma porcaria. Two and a Half Men é de graça.

5 - Nessa temporada, eles revelarão "who is your Mother". (referência a How I Met Your Mother)

4 - Estamos mudando para o sistema métrico, então agora seremos "4.023 homens"

3 - Eu já tenho 35 anos de idade, porra! (Angus T Jones )

2 - É como o filme "The Odd Couple", mas gostamos de usar a palavra wiener (John Cryer)

1 - Assistindo ou não, eu serei pago de qualquer maneira... (Ashton Kutcher)

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Pokemons, de uma forma um pouco mais realista


Gavin Mackey escolheu uma abordagem um pouco diferente para retratar o pokemon, meio complicado adjetivar como realista a representação de um pokemon. Mas no mínimo, trata-se de uma versão menos infantil dos personagens deste desenho.


Parasect

Bulbasaur

Charmander

Raichu

Pikachu

Oddish

Cubone

Sandslash

Lickitung

Haunter

Drowzee

Ninetales

Raticate

Mr. Mime

Vaporeon

Jolteon

Magmar

Venonat

Metapod

Typhlosion

Alakazam

Umbreon

Em sua galeria no DevianArt podemos conferir um pouco mais do seu trabalhos, suas versões de outros desenhos animados como As Meninas Super Poderosas e outros Pokemons.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Passando apenas para dizer que estou vivo

O tempo cada vez mais escasso


Como é possível perceber olhando os dois posts anteriores, passei um tempinho sem atualizar esse blog.

Vou tentar mudar isso, ao menos por um tempo, divagar um pouco, contar sobre os livros que ando lendo, atualizar alguns posts de quadrinhos e talvez mostrar algumas coisas que tenho feito.

Não garanto muito, na melhor das hipóteses manterei a mesma qualidade que penso ter tido algum dia.

Bora ver no que dá.

Caso encontre algum link quebrado, ao tentar baixar algum quadrinho, não se esqueça de me avisar. Você pode fazer isso pelos comentários ou me enviando um email.

Não tenho tido muito tempo para ler quadrinhos novos, mas quero ao menos manter os que já disponibilizei.

terça-feira, 12 de julho de 2011

FLIT - Feira Literária Internacional do Tocantins - 25 de julho a 3 de agosto

Esse ano o evento literário do estado será a FLIT, Feira Literária Internacional do Tocantins.

A feira ocorre entre os dias 25 de julho e 3 de agosto.

Além do nome do evento haverá algumas outras modificações em relação ao Salão do Livro que ocorreu ano passado, para mim a principal mudança será a estrutura que abrigará os principais shows musicais.

Neste ano você não terá que ficar horas na fila para ter a chance de assistir ao show do Seu Jorge, por exemplo, foi dito que estas atividades ocorrerão ao ar livre. Aproveitando a vastidão da Praça dos Girassóis e eliminando o tumulto gerado pelas filas de ingresso e entrada dos shows.

Entre as principais atrações musicais teremos Lenini, Seu Jorge e Nando Reis. Entre as palestras indico “A literatura de fantasia brasileira no cenário atual” do André Vianco, escritor de fantasia (com um pouco de terror) autor de livros como “Os sete” e “O turno da noite”

Abaixo disponho a programação do evento.



Minha irmã ficou de se apresentar em um coral...
mas ainda não sei o dia.

quinta-feira, 18 de março de 2010

6ª Salão do Livro do Tocantins - 19 a 28 de Março - Programação

Programação do Auditório Central

Programação Espaço Infantil

Programação Espaço Jovem

Programação Café Literário

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

As Crônicas de Nárnia, de C. S. Lewis



"Por Nárnia, e por Aslan"

“Quando me tornei homem, deixei para traz algumas coisas de menino,inclusive o medo de ser infantil e o desejo de ser muito adulto.”
(Clive Staples Lewis)

Demorei muito para conhecer esse autor, e durante muito tempo confundi o seu nome com o de Lewis Carol. Talvez por que suas iniciais, e suas historias mais conhecidas sejam um tanto quanto parecidas.

Meio relutante, tenho que concordar com os roteiristas e diretores que decidiram omitir dois dos quatro primeiras livros, quando começaram a adaptar As Crônicas de Nárnia para o cinema.

O sobrinho do mago:

Na minha opinião, o primeiro livro é o mais “infantil” de todos, e tem um tom de faz de conta que não transparece nos outros livros da seqüência.

Este livro narra o Gênesis de Nárnia, somos apresentados a Aslam, o grande leão, e assistimos de camarote a criação de um mundo através de uma canção (Talvez seja a música dos Ainur), e a primeira visita que um filho-de-adão e uma filha-de-eva fazem a esse universo.

O que goste nessa historia é que ela explica, mesmo que por meio de magia, a existência do guarda-roupa que aparece na próxima historia.


O leão, a feiticeira, e o guarda-roupa:
Quatro crianças (Pedro, Susana, Edmundo e Lúcia), em meio aos horrores da guerra, através de um guarda-roupa, escapam para as terras de Nárnia.

Nárnia se encontra dominada pela Feiticeira Branca, que mantém todo o seu domínio sob um eterno inverno. A missão imposta as crianças pelo Leão é simples: apenas trazer de volta a harmonia à Nárnia.

O cavalo e seu menino:
Já o terceiro não faz, “exatamente”, continuação às historias anteriores (esse fato por si só deve ter sido responsável por sua privação de ir parar nas telonas), apenas mostro um outro lado do mundo fantástico criado por C. S. Lewis, conhecimentos que em algumas das historias a seguir poder ser esclarecedores, mas não vitais.

Príncipe Caspian:
Trazem de volta os quatro irmãos do segundo livro, desta vez o cenário esta um pouco diferente. Caspian é o herdeiro por direito do trono de Nárnia, mas a traição de seu tio o colocou em risco de vida. Cabe as quatro crianças inglesas ajudar o príncipe a restabelecer seu trono, e devolver Nárnia aos narnianos.

A viagem do Peregrino da Alvorada:
Dentre as crônicas, este foi o livro de que mais gostei, o teor dessa historia pode ser comparado às “Viagens de Gulliver”.

Desta vez as crianças são: Lúcia, Edmundo e seu primo Eustáquio. A bordo do Peregrino da Alvorada, eles acompanham o Príncipe Caspian numa viajem em busca de terras desconhecidas, mares ainda não navegados, e os encontram.

Descobri que em Nárnia, a terra é plana.


A cadeira de prata:
É uma continuação quase direta da historia anterior, nela, o Príncipe Rilian (filho de Caspian) foi seqüestrado e permanece cativo por muitos anos.

Dessa vez o Grande Leão traz a Nárnia Eustáquio, acompanhado de sua amiga Jill, eles vem em socorro do príncipe perdido, e com o dever de resgatá-lo.

Vi nesse livro outra referencia às historias de Julio Verne, provavelmente na parte em que os personagens principais visitam o submundo e vislumbram a fenda que leva, literalmente, ao fundo do mundo. O fundo do mundo, obviamente, não poderia deixar de ser habitado, entre seus habitantes mais comuns estão anões (criaturas que detestam a idéia de se viver numa superfície sem um teto acima de nossas cabeças), e sábias salamandras.

A última batalha:
Apesar da “crônica final da série” ter recebido a Carnege Medal (uma das mais altas marcas de excelência da literatura infantil) não gostei muito desse livro, mas devo admitir que é raro encontrar um final de livro que não seja recheado de clichês, e nessa historia eles foram muito poucos, talvez bem abaixo do que as normas literárias exigem.

E me desculpem se eu estiver trazendo a tona algum spoiler,mas a última batalha citada no titulo, é realmente a última.

Provavelmente eu teria aproveitado muito mais essa leitura se a tivesse feito quando fosse mais novo, mas um livro com mais de 700 páginas assusta qualquer um. Gostaria de acrescentar também que só fui adquirir simpatia pelo autor ao ler o epílogo do livro, intitulado “Três maneiras de escrever para crianças”. C. S. Lewis gasta algumas paginas escrevendo um pouco do que pensa a respeito da literatura infantil, sem dúvida um material que compensa ser lido.

Pouca Vogal, dia 06 em Palmas

Pouca Vogal estará passando pelo tocantins próximo mês, tocará em Araguaína dia 05 (no Glamour do Lago) de abril e em Palmas dia 06 (no Vila de Palma)

Para quem ainda não conhece essa banda, ela é formada por Humberto Gessinger, (Engenheiros do Hawaii pra quem não se lembra) por Duca Leindecker e só. Suas músicas estão disponíveis no site.


quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Há livros que não consigo ler...

Antes de mais nada, gostaria de 1 minuto de silêncio em nome de todos os livros que eu não li.

(...)

Me disseram que hoje, 29 de outubro, é o dia do livro, ou pelo menos o dia nacional do livro, (Livro: aquela coisa as vezes pesada, e cheia de folhas que o seu professor de inglês insistia que estava em cima da mesa) resolvi então prestar meu desaforo a alguns dos livros, que segundo eles, eu tive o desprazer de não ler. E quando li, deixei o livro pela metade*.



Kate Mosse

Talvez eu simplesmente tenha tido o azar de te encontrar em um livro ruin, mas livro com mas hoje em dia, livro com mais do que 500 paginas, o autor tem que ter muita coragem para publicar. E se o livro além de cansativo se mostra confuso acaba só piorando as coisas. Ao tentar ler “O Labirinto” durante as paginas em que uma das personagens principais (a que trajava roupas de época) corria eu acabava ficando mais cansado do que ela.

De 558 paginas, li 300, um número até grande se você se lembrar que ele não contem figuras.

Paulo Coelho

Tentei, eu juro que tentei, talvez não com tanta força quanto devia mas tentei. O problema é que seus livros parecem não gostar muito de mim.
Em minha humilde opinião acho que os livros teriam que ter ao menos três coisas: Algo no começo, nem que seja na capa, pra te fazer/obrigar a começar a leitura; Algo no meio que te gratifique por ter chegado até ali, de preferência algo que você esperar encontrar desde que abriu o livro para ler o primeiro capitulo; E no final algo que ao menos justifique o fato daquele ser o último capitulo.
Com exceção da “A bruxa de Portobelo”, não esperei o final dos outros livros, quando cheguei na metade bateu-me aquele desanimo e acabei por desistir da leitura, mas devo dizer que pelo menos no inicio, os livros me pareciam ótimas leituras.

Não me lembro em que pagina larguei “O Demônio e a Srta. Prym”, mas no “O Zahir” deixei o marcador exatamente na metade.

Michel del Castillo

Tenho quase certeza de que o problema esta comigo, tem certos livros que estou fadado a não ler.
Adquiri o um exemplar de “O Demônio do Esquecimento” em uma banquinha de livros usados, acabei pagando R$ 2,50 pelas suas 400 paginas recheadas de letras e bolor.
O livro é enfadonho, pode ser que eu apenas não leve jeito para ler romances franceses, mas eu juro que tentei, e não foi apenas uma vez, mas não consegui chegar ao final do livro.

Se levar em conta o dinheiro que gastei com o livo, e o retorno que ele trouxe pra mim, diria que por pouco mais do que dois reias eu não ficaria no prejuízo.

Jorge de Amado

Tenho certeza que é um ótimo escritor, mas como essa é uma lista dos livros que não li, terei de inclui-lo.
Acontece que minha mãe, em um dos muitos aniversários que ela teve ao longo da vida foi presenteada com a coleção de livros desse autor, e durante muito tempo esses livros ficaram me encarando da estante. Certa vez resolvi pegar um exemplar dessa coleção, escolhi justamente um dos primeiros livros escritos por ele, “O País do Carnaval”, não é um bom livro para se ler.
E eu terminei ele, mas devido ao tamanho da coleção que fica estacionada na estante da minha casa, é como se eu tivesse lido apenas um pedaço.

Li um livro, de uma coleção que ocupa uma prateleira inteira, difícil quantificar.

Sidney Sheldon

Sei que esse autor é adorado por mitas leitoras, (eu espero que me mãe nem passe perto desse texto) mas acho que seus livros foram feitos sobre medidas para as mentes femininas.
Considero um ótimo título “O outro lado da meia noite”, e “Quem tem medo do escuro?” tem uma capa realmente atraí a atenção de quem vê, mas, bom, é isso ai.

Devem haver quatro livros desse autor lá em casa, eu li quase metade de um deles, e li “Quem tem medo do escuro?” no escaninho da biblioteca onde trabalhei. Acho apesar de tudo, nessa lista ele até que ficou bem.



*É apenas minha opinião, lembrem-se disso.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

As 5 piores historias do Superman, ou Os 5 piores crossovers da DC, ou apnes algumas historias que poderiam não ter sido publicadas.

5- Superman Vs. Hulk
Pontos positivos: A expectativa da luta entre os heróis mais fortes da DC e Marvel
Pontos negativos: A decepção após a luta entre os heróis mais fortes da DC e Marvel

4- Superman Vs. Muhammad Ali
Pontos positivos: O grande encontro entre Superman e Muhammad Ali, não é todo dia que um herói dos quadrinhos enfrenta em um ringue o rei do boxe mundial.
Pontos negativos: Assim como na luta contra o Hulk, esta foi uma luta que não podia ter vencedor.

3- Superman e Pernalonga
Pontos positivos: As paginas são bem coloridas, e essa é com certeza uma das melhores histórias já escrita, para os Looney Tunes.
Pontos negativos: Superman e Pernalonga em uma mesma página. É preciso falar mais?

2- Superman nos tempos de Asterix
Pontos positivos: Nenhum.
Pontos negativos: Como nem Asterix, nem Obelix aparecem nesta historia, já não resta nenhum outro motivo para se ler esta historia, que mesmo assim mantem todas as disparidades dos outros bizarros encontros de personagens.

1- Superman e He-Man
Pontos positivos: Podemos ver um pouco do lado fanfarrão do príncipe Adam.
Pontos negativos: Todos os que se possam imaginar. Mas quando colocam Esqueleto e He-Man lutando contra Superman em pé de igualdade eles cometem um exagero.

Não dêem muita atenção, essa é apenas minha opinião, para ver o post completo acesse o EspelunKa.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Marvel Zumbis 3, de Fred Van Lente



Zumbis Marvel 3 esta situada temporalmente antes de Zumbis Marvel 2, ou pelo menos foi isso que eu percebi. A historia mostra um tentativa de invasão, onde os zombies do universo criado em Marvel Zumbis 1 tentam entrar no que seria o universo Marvel principal.

Todos os Super que foram o foco da historia em Marvel Zombies 1 e 2 estão vagando pelo universo com os poderes obtidos com Galactus, então pra contar essa historia só sobram alguns heróis serie B e um emaranhado de vilões.

No que ao meu entender seria o universo Marvel convencional, a historia se passa focada na A.R.M.O.R. (Alternate reality Monitoring and Operational Response Agency, “Agência de Monitoramento de realidades Alternativas e operações de Emergência”) e em seus pouco populares heróis.

O bom de crossover como esse é que eles trazem a tona personagens que você nunca ouviu falar e ainda o colocam em posições de destaque na trama. Tirando isso, não sobra muita coisa nesta continuação da consagrada historia de Zumbis. Por exemplo, antes Marvel Zombies eu nunca tinha lido uma historia decente do grande T'Challa, o Pantera Negra.

Mas se a sequência dessa historia for como é anunciada no final desta, não tenho certeza se ela merece ser lida.

Esta historia foi scrita por Fred Van Lente, e desenhada por Kev Walker.

Zumbis Marvel #1
Zumbis Marvel #2
Zumbis Marvel #3
Zumbis Marvel #4